http://www.jornaldenegocios.
Isto faz-me pensar o porquê de, repetidamente, apontarem para os trabalhadores portugueses como o mal de não termos empresas competitivas…
Existem pessoas improdutivas, todos nós sabemos. O funcionalismo público é quase uma doença persistente que se propaga para as novas gerações de contratados do estado.
No entanto, no sector privado, trabalha-se a sério (ver estatísticas do link). Quem não é produtivo, ou é encostado – sem promoções – à espera da idade da reforma, ou é despedido.
Acredito que a fraca acumulação de capital tanto físico (i.e. máquinas produtivas mais eficientes, melhores programas de controlo de stocks, etc), como humano (i.e. capacidades de formação on-the-job para os novos trabalhadores, capacidade de liderança e organização, etc), é a verdadeira razão de sermos pouco competitivos.
Talvez o que necessitamos é de alargar os horizontes da nossa classe de empresários para lhes incutirmos a ambição e menos vontade de concretizar o lucro rápido sem investir no futuro. Desta forma conseguiríamos trazer maior capacidade de crescimento às empresas e, por conseguinte, maior bem-estar a todos nós!
Afinal de contas, os trabalhadores portugueses no estrangeiro são reconhecidos como dos melhores. Haja quem os dirija e os motive.
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