O negócios fez um resumo das medidas a serem implementadas pelo super-Ministério da Economia até ao final do ano.
Gosto particularmente do novo código da insolvência, das linhas de comboios de mercadorias e da intenção de dinamizar os portos.
Uma lei que torne proteja o empreendedor quando os seus negócios correm mal é essencial para promover a criação de empresas. Logo, o novo código de insolvência, quiçá parecido com o chapter 11 (e chapter 7 para empresas mais pequenas) dos EUA poderá ser bastante útil para Portugal.
As linhas de comboio de mercadorias serão essenciais para exportarmos para a Europa. A decisão tomada pelos reinos ibéricos no século XIX de construir linhas ferroviárias de bitola diferente da europeia parecia uma bela decisão para travar invasões, no entanto, acarretou-nos bastantes custos para o actual momento de integração económica. Sendo assim, é um investimento que permitirá exportar mais rápido e mais barato. Tem a vantagem adicional de substituir a grande parte dos camiões TIR o que significa uma poupança na manutenção das estradas e, até, menos mortes por acidentes rodoviários.
Os portos são uma aposta natural. Principalmente, depois de termos as linhas ferroviárias de ligação à Europa, os nossos portos poderão começar a rivalizar com os maiores portos europeus (ex.: Roterdão). Portugal poderá ser, de novo, a porta de entrada de produtos do Oriente para o resto da Europa.
Outro aspecto que acho essencial para Portugal e que gostava de ver nas intenções do ministro seria a aposta nas relações bilaterais com os PALOP, incentivando a abertura de filiais de empresas portuguesas na área da agricultura, pescas e indústria diversa.
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